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Mãe reencontra filho que passou 16 dias em coma e emociona web

Guilherme tem uma doença rara chamada epidermólise bolhosa distrófica e precisou ficar hospitalizado

Um reencontro entre uma mãe e seu filho emocionou as redes sociais nos últimos dias. O momento em questão foi registrado por Tayane Gandra, mãe do pequeno Guilherme, e publicado na rede social TikTok. No vídeo, Tayane reencontra o filho após ele ter ficado 16 dias em coma. Ao vê-la, Guilherme chama pela mãe e começa a chorar. Ela, por sua vez, corre para abraçá-lo.

De acordo com Tayane, Guilherme tem uma doença rara chamada epidermólise bolhosa distrófica e recentemente teve que ficar 14 dias intubado de um total de 16 dias em coma. A doença que acomete o menino faz com que a pele dele seja frágil e que pequenos atritos provoquem bolhas e lesões.

– A doença foi detectada já no nascimento, ele nasceu com algumas lesões abertas. Ela se caracteriza pela falta do colágeno tipo VII. Ele não tem aquela proteína, aquela “ligazinha” que une a derme a epiderme. Então a pele dele fica frouxa. Qualquer atrito, qualquer passada de mão mais brusca, o próprio coçar já tira a pele. A pele dele é chamada de pele de borboleta – relatou a mãe.

Pelas redes sociais, Tayane também destacou a força do filho e relatou um pouco da rotina diária dele na convivência com a doença.

– Ele não tem vergonha. Vai para a escola, tem um relacionamento muito bom com os amiguinhos dele, que também o protegem. Tem uma vida acadêmica normal. (…) É uma luta diária, são feridas que brotam todo dia, uma bolha para estourar. (…) Mas ele é muito forte, e a força dele me dá forças para cuidar dele – completou a mãe.

O diagnóstico é extremamente raro e a doença não tem cura, mas o tratamento ajuda a controlar os sintomas. A doença não é transmissível e a confirmação do diagnóstico da epidermólise bolhosa acontece basicamente por biópsia da pele e imunofluorescência direta.